simples missa e pregação" do século XVIl a solene comemora-
ção, precedida de novenário, participando os fiéiS das cerimo-
nias liturgicas, na Matriz, e dos animados entretenimentos popu-
lares, no vasto pátio, que a defronta e circunda.
Dez dias antes, eram as ruas ornadas com folhas de pal-
meira, bandeirinhas multicores e arandelas e arcos, e, no mastro
fincado no centro da praça, em frente à Matriz, se levantava a
"bandeira" do santo, após ser processiona Imente trazida, à nol-
te, da casa do respectivo "Juiz"', ao som de dobrados e marchas
festivas executados pelas bandas de música. Era o inicio da
festa.
As noites seguintes, confiadas a comissões de senhoras e
de cavalheiros, cada uma a determinada classe de pessoas, que
se esmeravam em apresentar melhor ornamentaçao e ilumina-
çao, mais variados fogos de artifício, e novidades muitas vezes
urdidas com a finalidade de, distraindo o povo, angariar donati-
Vos para cobrir as despesas, corriam animadas, enchendo a Vila
de desusado movimento e intensa alegria.
nias liturgicas, na Matriz, e dos animados entretenimentos popu-
lares, no vasto pátio, que a defronta e circunda.
Dez dias antes, eram as ruas ornadas com folhas de pal-
meira, bandeirinhas multicores e arandelas e arcos, e, no mastro
fincado no centro da praça, em frente à Matriz, se levantava a
"bandeira" do santo, após ser processiona Imente trazida, à nol-
te, da casa do respectivo "Juiz"', ao som de dobrados e marchas
festivas executados pelas bandas de música. Era o inicio da
festa.
As noites seguintes, confiadas a comissões de senhoras e
de cavalheiros, cada uma a determinada classe de pessoas, que
se esmeravam em apresentar melhor ornamentaçao e ilumina-
çao, mais variados fogos de artifício, e novidades muitas vezes
urdidas com a finalidade de, distraindo o povo, angariar donati-
Vos para cobrir as despesas, corriam animadas, enchendo a Vila
de desusado movimento e intensa alegria.
Do Recife vinham orquestras completas e cantores espe-
cialmente contratados para executar os números de canto do no-
venário, a Missa solene e o "Te-Deum" do encerramento.
Engalanava-se a velha Matriz com festões de damasco que
desciam das varandas laterais e do côro até o solo e luminárias
dispostas por sobre os altares enflorados.
cialmente contratados para executar os números de canto do no-
venário, a Missa solene e o "Te-Deum" do encerramento.
Engalanava-se a velha Matriz com festões de damasco que
desciam das varandas laterais e do côro até o solo e luminárias
dispostas por sobre os altares enflorados.
Os pontos mais altos da Festa, no dia 17 de janeiro, eram
a Missa cantada, às 10 horas, com sermão congratu latório, ao
Evangelho, por orador sacro de nomeada, e a grande procissão,
às 17 horas, conduzindo os andores de N. S. das Vitórias, à fren-
te, os de São Sebastião e de Santo Antão, pelas Irmandades da
paróquia, separados, a breves intervalos, pelas Bandas musicais,
que se revezavam na execuçao de peças escolhidas dos seus re-
pertórios.
Recolhida a procissão, era entoado solene "Te-Deum" em
ação de graças, encerrando a parte litúrgica da festa.
a Missa cantada, às 10 horas, com sermão congratu latório, ao
Evangelho, por orador sacro de nomeada, e a grande procissão,
às 17 horas, conduzindo os andores de N. S. das Vitórias, à fren-
te, os de São Sebastião e de Santo Antão, pelas Irmandades da
paróquia, separados, a breves intervalos, pelas Bandas musicais,
que se revezavam na execuçao de peças escolhidas dos seus re-
pertórios.
Recolhida a procissão, era entoado solene "Te-Deum" em
ação de graças, encerrando a parte litúrgica da festa.
Continuava, no påtio, o festejo popu lar, com a arremata-
ção de prendas oferecidas por devotos ao santo padroeiro, bar-
raquinhas, quiosques, retreta, e o vaivém contínuo dos felizes
e prazenteiros convivas, a expandir sua alegria em naturais de-
vaneios, próprios da nossa gente, nascida e criada dentro dessa
mística religiosa e profana, que fazia as suas delícias.
p204
ção de prendas oferecidas por devotos ao santo padroeiro, bar-
raquinhas, quiosques, retreta, e o vaivém contínuo dos felizes
e prazenteiros convivas, a expandir sua alegria em naturais de-
vaneios, próprios da nossa gente, nascida e criada dentro dessa
mística religiosa e profana, que fazia as suas delícias.
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